POR UM BRASIL FEMINISTA, ANTIRRACISTA E SOLIDÁRIO

Manifesto de apoio a pré-candidatura de Reginete Bispo a Deputada Federal em 2026

O Brasil carrega marcas profundas de um processo histórico construído sob um sistema escravagista: concentração de renda, racismo estrutural e exclusão social. As desigualdades que atravessam nosso país não são fruto do acaso, elas têm raízes em séculos de negação de direitos à população negra, aos povos indígenas, comunidades quilombolas, às periferias urbanas, às mulheres e às trabalhadoras e trabalhadores que sustentam a economia com a sua força de trabalho.

Falar em justiça social, portanto, não é falar em privilégios. É falar em direitos. É reconhecer que dignidade, acesso à saúde, educação de qualidade, moradia, trabalho decente, segurança alimentar, agricultura familiar e respeito às diferenças são garantias constitucionais que precisam se tornar realidade concreta para todas e todos.

As lutas antirracistas ocupam lugar central nesse debate. O racismo não é apenas uma questão individual, ele estrutura desigualdades no mercado de trabalho, no sistema de justiça, na violência de Estado, na representação política e no acesso a oportunidades. Enfrentá-lo exige compromisso político, formulação de políticas públicas e coragem para enfrentar interesses que historicamente se beneficiaram da exclusão.

É nesse contexto que a trajetória de Reginete Bispo ganha relevância. Mulher negra, mãe, socióloga, Suplente do Senador Paulo Paim, sócia-fundadora do Instituto Akanni e liderança forjada nos movimentos sociais como MLU, iniciando sua trajetória política na Pastoral da Juventude de Passo Fundo lutando pela reforma agrária, pelas mulheres e contra o racismo. Construiu sua atuação a partir das bases populares, nas comunidades, nas organizações sindicais, na defesa da agricultura familiar, dos trabalhadores sem-terra, das comunidades quilombolas, na defesa do Idoso, da comunidade LGBTQIAPN+, as pessoas com deficiências, crianças e adolescentes e na promoção dos direitos humanos como valores universais.

Na Câmara dos Deputados, como deputada federal, sua atuação esteve conectada a essas origens. Participou de comissões estratégicas e contribuiu para debates fundamentais sobre saúde, 

 educação, combate às desigualdades e enfrentamento ao racismo estrutural. Foi relatora da Lei nº 14.759/2023, que instituiu o 20 DE NOVEMBRO como o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra como feriado nacional, um marco simbólico e político no reconhecimento da contribuição do povo negro à formação do Brasil e na afirmação da luta antirracista como pauta de Estado.

Sua atuação parlamentar levou ao Congresso as demandas da população mais vulnerabilizada, defendendo políticas voltadas à soberania alimentar, à valorização dos serviços públicos e à garantia de direitos sociais. Mais do que discursos, trata-se de compromisso com a construção de políticas públicas que enfrentam desigualdades históricas.

A presença de mulheres negras na política não é apenas uma questão de representatividade simbólica, é uma necessidade democrática. Mulheres como Reginete ampliam o debate público, tensionam estruturas excludentes e trazem para o centro das decisões vozes historicamente silenciadas. Uma democracia forte precisa refletir a diversidade do seu povo.

O Brasil enfrenta desafios profundos. Superá-los exige participação social, diálogo permanente e organização coletiva. Exige que a sociedade acompanhe, debata, fiscalize e contribua com propostas que fortaleçam periferias, minorias, trabalhadores e trabalhadoras. A construção de um país mais justo não depende de uma única pessoa, mas de um projeto coletivo que una vozes comprometidas com a igualdade e os direitos humanos.

Este é um convite ao diálogo, pois é hora de fortalecer as vozes das periferias, das mulheres, da população negra, dos povos tradicionais, das trabalhadoras e dos trabalhadores. A construção de políticas públicas mais justas nasce da escuta e da ação coletiva.

Se você acredita na justiça social, na igualdade de direitos e em uma democracia que represente de fato o povo brasileiro, participe desse diálogo e ajude a construir a pré-candidatura de Reginete Bispo à reeleição para a Câmara dos Deputados. Sua experiência, sua ideia e sua contribuição fazem diferença na construção de um país mais digno para todas e todos.

Reginete Bispo na Câmara dos Deputados: Por um Brasil Antirracista e Solidário

Participe desse diálogo e ajude a construir a pré-candidatura de Reginete à reeleição como deputada federal

Projetos e Realizações

COMO RELATORA

Teve participação fundamental no projeto que tornou o Dia da Consciência Negra (20 de novembro) feriado nacional, aprovado

DIREITOS DA MULHER

PL 2920/2020: Implementação do código “Máscara Vermelha” contra a violência doméstica.

DIREITOS CLIMÁTICOS E AMBIENTAIS

PL 1594/2024: Política Nacional para Deslocados Ambientais e Climáticos, com proteção para vítimas de desastres. PL

Conheça Reginete

Reginete Souza Bispo, conhecida como Reginete Bispo, é socióloga, nascida na zona rural de Marau, no Rio Grande do Sul. Militante histórica dos direitos humanos, especialmente nas lutas antirracista, feminista e pela justiça social.

Reginete Bispo

pré-candidata a Deputada Federal - PT - 13

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